Questão de saúde ou beleza física? Será que já ouviu ou se fez
essa pergunta?
O pensamento que se mantém atualmente é que ter o corpo perfeito
para caber num jeans apertado e ficar exuberante tem predominado, mas em
contradição consumir fast-foods, beber muito é sinônimo de bem estar e poder.
Contraditório, pois se come demais e o desejo de estar magro aumenta.
Levar em conta o perfil metabólico de cada pessoa para estabelecer
uma alimentação correta garante qualidade nutricional, se aliada a exercícios
físicos a prevenção contra muitos males é certa.
Estar magro não é sinônimo de saúde e como estar obeso também não,
cada indivíduo, tem seu gasto de energia regulado de acordo com a necessidade e
adaptação do seu corpo, observar e estabelecer hábitos alimentares e estilo de
vida saudável é que garante o bem estar orgânico de cada um.
A grande preocupação da população em geral é apresentar-se bem, é velha
história da primeira impressão, pois todos querem através de sua aparência
provar que são bonitos, inteligentes, sagazes, mas como saber se essas pessoas
tem uma saúde em bom estado. Certos tipos de valores com esses têm feito com
que crianças aprendam hábitos dolosos à saúde, as adolescentes e jovens se
importam em estar magras a qualquer custo, e, homens após a puberdade querem
seguir um padrão de corpo perfeito que muitas vezes custa sua própria saúde.
A grande “sacada” para um indivíduo se sentir bem é respeitar o funcionamento
do próprio corpo, adquirir hábitos saudáveis, e quanto à beleza física ela virá
como conseqüência, aceitar o próprio tipo físico sem desejar obedecer aos
padrões nada humanos de beleza, e não seguir as más práticas incentivadas pela indústria
alimentícia, fará com que boa parte da população se torne mais saudável e viva
melhor.
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